DE CÁ E DELÁ

Daqui e dali, dos lugares por onde andei ou por onde gostaria de ter andado, dos mares que naveguei, dos versos que fiz, dos amigos que tive, das terras que amei, dos livros que escrevi.
Por onde me perdi, aonde me encontrei... Hei-de falar muito do que me agrada e pouco do que me desgosta.
O meu trabalho, que fui eu quase todo, ficará de fora deste projecto.
Vou tentar colar umas páginas às outras. Serão precárias, como a vida, e nunca hão-de ser livro. Não é esse o destino de tudo o que se escreve.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

GRANDE PENALIDADE



Não conheço os números exactos para a taxa de concretização de penaltis com êxito. Palpita-me que andará pelos oitenta por cento. É comum ouvir dizer que apenas se defendem as grandes penalidades mal marcadas. 
Atrevo-me a imaginar que, na época em que as regras do Football Association foram fixadas, a técnica individual dos atacantes era muito inferior à dos profissionais de hoje.
Penso há muito que a marca de grande penalidade deveria recuar um metro, ou metro e meio, para que a taxa de êxito dos marcadores baixasse para cerca de cinquenta por cento. Emprestaria outra emoção aos castigos e talvez contribuísse para diluir a responsabilidade da decisão arbitral. Não me parece que a mudança viesse a afectar o espírito do jogo.

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