DE CÁ E DELÁ

Daqui e dali, dos lugares por onde andei ou por onde gostaria de ter andado, dos mares que naveguei, dos versos que fiz, dos amigos que tive, das terras que amei, dos livros que escrevi.
Por onde me perdi, aonde me encontrei... Hei-de falar muito do que me agrada e pouco do que me desgosta.
O meu trabalho, que fui eu quase todo, ficará de fora deste projecto.
Vou tentar colar umas páginas às outras. Serão precárias, como a vida, e nunca hão-de ser livro. Não é esse o destino de tudo o que se escreve.

domingo, 15 de junho de 2014

       CRÓNICAS DE AMSTERDÃO

                           IV



         OS CANAIS E AS FLORES



Os canais são uma presença constante em Amsterdão. Recortam a cidade, à maneira de avenidas. Vê-se neles uma quantidade extraordinária de embarcações. 


Um grande número é do estilo “bateau mouche” e destina-se a proporcionar pequenos cruzeiros aos visitantes. 



Outras servem de residência familiar. Nos períodos de escassez e carestia de habitação, muitos holandeses optaram por morar em barcaças atracadas num dos múltiplos cais do burgo. 


Uma parte delas é ilegal. As outras pagam taxas, mas têm água canalizada, corrente elétrica e tubagem de gás. 


Algumas têm mesmo pequenos jardins.


A Holanda é conhecida pelo queijo, pelas tamancas e pelas tulipas. 


O mais famoso mercado de flores do mundo é provavelmente o mercado flutuante de flores de Amsterdão. As partes interiores das lojas assentam em barcaças flutuantes.


Foi fundado em 1862 e situa-se no Singel, entre Muntplein e Koningsplein ("plein" é praça, em Holandês). 



Ali, as tulipas são rainhas, embora se encontre uma grande variedade de plantas decorativas (ou não...), em pequenos vasos ou em bolbos e sementes.



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